Já tinha abordado aqui o tema dos falsos amigos no espanhol.
Refiro-me concretamente a palavras aparentemente iguais de duas línguas diferentes que têm significados diferentes, e não a nenhuma hipotética (?) matreirice dos vizinhos que nos couberam em sorte.
Refiro-me concretamente a palavras aparentemente iguais de duas línguas diferentes que têm significados diferentes, e não a nenhuma hipotética (?) matreirice dos vizinhos que nos couberam em sorte.Creio que já foi mesmo referido o caso desta palavra como paradigma do falso amigo e por isso só o volto a trazer a este espaço porque encontrei este curioso receptáculo numa Plaza da cidade de Cuenca e fiquei preocupado.
Preocupado, sobretudo com o Comendador que é homem muito crédulo mas também com qualquer outro incauto lusitano que resolvesse levar à letra os dizeres.
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