sábado, 30 de agosto de 2008

Foto do mês (Setembro) Nº3 Palhaçadas do Rego

"Transformar o dia-a-dia numa autêntica palhaçada é mais do que uma vocação, chega a ser uma verdadeira arte!" disse Marcelino Aniceto, revisor da Carris já aposentado e pensador nas horas vagas.

A foto nº 3 é uma imagem clássica desta arte, cheia de magia, cor e alegria que a todos recorda o contentamento de crianças e adultos no mundo marvilhoso e fantástico do circo.

O protagonista é o Marquês do Rego (isto, para o caso de não terem reparado), quanto ao momento e local, estes não poderão para já ser divulgados.
...............
E ainda me falta escrever mais qualquer coisa porque a fotografia ficou comprida como como o caraças e nunca mais consigo encher este maldito quadradinho, por isso aproveito para desejar um bom fim de semana.

Foto do mês (Setembro) Nº2 O Comendador e o falo

Antes não fosse mas a verdade é que é ... o nosso Comendador.
Desconhece-se se o Nosso líder e Timoneiro procurava algo que lhe interessava naquela zona da estátua ou se simplesmente pretendia funcionar como elemento fálico da mesma.
Trata-se da foto nº2...




Foto do mês (Setembro) Nº1 O Duque vai ao aterro sanitário

Não precisa comentários.

É o conhecido certame da foto do mês que está de volta e desta feita o Duque de Alvalade protagoniza a Foto nº1 com uma bonita imagem da sua ida ao aterro sanitário.

Com condução precisa e sentido de orientação apurado, o Duque foi parar às canas pois é esse o caminho mais curto para a lixeira.

Por momentos foi um verdadeiro líder...

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Foto de Cê éFe Bi gera protestos de comunidade religiosa

Na comunidade azeitonense consta que Cê éFe Bi pretende converter-se a uma religião, tendo iniciado essa conversão pelo aspecto físico.
Entretanto, a divulgação de uma das suas mais recentes fotos, causou a mais profunda indignação junto da comunidade religiosa que considera a foto como uma ultrajante e blafémica imitação da imagem da principal referência dessa religião.

- Os seios do blasfemo são muito mais proeminentes ...

Interrogado sobre o assunto Cê éFe Bi respondeu de forma decidida:

- A fotografia pode ser polémica, mas ... pelo menos eu não sou verde !

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

A saga do aniversário da Comendatriz - IV

Uma lágrima profunda escorria pela venerável face da Comendatriz. Sentia-se muito sensibilizada com a inesperada presença dos seus acólitos no jantar do seu aniversário e particularmente emocionada pelo esforço que fizeram de se vestirem de forma adequada ao elevado nível do restaurante.
Entusiasmado e sempre prazenteiro, o Comendador sugeriu de imediato que se juntassem as mesas:
-E talvez eu pudesse até fazer um pequeno número de sapateado em cima da mesa, por exemplo...
Mas ante o olhar fulminante da esposa, o nosso líder vacilou e remeteu-se ao seu terço de bitoque mal passado.

Donatário fala às massas

- Após passar o mar dos Sargaços houvemos vento a favor e mar chão e ao fim de 2 dias avistámos estas ilhas onde nunca outros homes haviam estado. Nem cristãos nem gentios!
O Capitão-Donatário sentia que tinha captado a atenção da assistência por isso prosseguiu inebriado:
- E posto que navegava com minha Moura e numerosos serviçais, houve por bem lançar ferro por alguns dias para folguedo dos demais e por mor de reparar o cordame e o casco que
muito sofrera com borrascas.
Em verdade vos digo, que esta terra que achei no mar Oceano é fértil e mui própria para apascentar gado mas tem grandes mistérios nas suas profundezas pois que em muitas partes jorra de suas entranhas um fumo de cheiro fétido que só pode indicar que o Demo por lá anda à solta.

O silêncio era agora sepulcral. O Donatário aproveitou para dar largas à sua criatividade.
- Mas quis o Senhor que padecessemos grandes tormentos antes de pôr pé em terra firme. Vieram monstros marinhos maiores que embarcações e eu tive de me lançar ao mar para os afugentar. E vieram sereias com seu canto doce mas minha força e temperança ajudaram-me a subir aos altos penhascos para que elas me não pegassem.
Foi então que outro cliente do café se levantou e se dirigiu ao Donatário. Tinha um olhar esgazeado, longas barbas brancas e certamente pouco asseio mas falava com voz possante e segura:
- Eu creio que o estou a reconhecer, você é o Pedro Álvares Cabral! Não se lembra de mim? Sou o Vasco da Gama! Não era o senhor que costumava jogar à sueca comigo, com o Gil Eanes e o Fernão de Magalhães naquela tasca da Avenida do Brasil? Mesmo no cruzamento com a Avenida de Roma!

terça-feira, 26 de agosto de 2008

A saga do aniversário da Comendatriz - III

-Toni, querido, estes bitoques são divinais! Vocês não acham?

Todos acenaram afirmativamente e ouviram-se mesmo alguns “De facto!” e até um “Sem dúvida!”.

Nesse momento o telemóvel da Comendatriz voltou a tocar. Em condições normais seria algo inaceitável mas tratando-se do seu aniversário todos ignoraram as rígidas regras de etiqueta Azeiteira e colocaram um sorriso benevolente no rosto.

A Comendatriz atendeu e escutou então as diversas promoções que uma operadora de TV por cabo lhe oferecia a propósito da sua efeméride natalícia.

-Mas eu, mas eu... - esforçava-se ela por interromper educadamente, enquando que ao mesmo tempo se desculpava perante os convidados lançando sugestivos olhares que comunicavam impotência e algum enfado.

Foi nessa altura que, pela sua rectaguarda, uma autêntica horda de pelintras entrou sorrateiramente e ocupou em silêncio uma vasta mesa.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Viscondes cruzam a Vasco da Gama em direcção ao Al-Ifante

Durante largos anos a Viscondessa da Ponta Delgada nunca deu uso à sua carta de condução. “Não era por nada”, mas realmente achava cansativo ter de carregar nos pedais, rodar o volante e fazer pisca-pisca, por isso preferia deslocar-se de táxi e explicar que não guiava porque as ruas da sua zona eram muito estreitinhas.

Foi então que o Visconde, sem saber, lhe estragou o esquema ao oferecer-lhe um elegantérrimo mini-carro dourado da linha Dolce & Bacanna com estofos Verçage. A viatura era um verdadeiro objecto de arte de dimensões adequadas à largura das ruas e à perícia da condutora, isto é, exíguas.

Agora já não havia desculpas para não conduzir, no entanto a Viscondessa continuou a ser maioritáriamente cliente da Autocoop, para desespero do consorte. Mas ao fim de alguns meses, o Visconde - sempre generoso - sugeriu que passasem a usar o mini-carro aos fins-de-semana por forma a evitar que a ferrugem consumisse por completo o bonito exemplar.

Foi por isso que naquela 6ª feira de Agosto o mini-carro cruzou a Vasco da Gama, atingindo pela primeira vez os 120 km/h e obrigando os Viscondes a fazerem uma paragem para - também pela primeira vez - reabastecer o depósito.

Sentado aos comandos do mini-carro, o Visconde sentia os joelhos a baterem nos ombros e o volante espetado na barriga. Suava em bica e sentia cãibras em todo o corpo, mas cada vez que recordava o objectivo da viagem conseguia ainda sorrir!

A saga do aniversário da Comendatriz - II

No Al-Ifante, a Comendatriz olhava os escassos felizes contemplados para a sua ceia de aniversário. Felizmente conseguira deixar de fora os pindéricos e assim poderia desfrutar de um repasto com uma certa elevação, onde não não se ouviriam piadas suburbanas, gargalhadas histéricas e números de circo de terceira qualidade - como sucedera recentemente.

Agora, enquanto apreciava o Tejo iluminado pelos últimos raios de sol, a Comendatriz recordava com orgulho a sua brilhante ideia de optar por um restaurante de primeira categoria. Realmente o preço é um grande factor de selectividade!

Para abrilhantar a ceia, a anfitriã tinha até pensado nalguns temas de conversa que estudara devidamente, tais como o novo filme do Manuel d’Oliveira “Le soulier de la Comendatrice” e o arranque da temporada de Ópera na Sociedade Lírica e Recreativa de Azeitão.
E quando o funcionário se aproximou trazendo as ementas aos comensais, a Comendatriz logo tomou a liderança:
-Não é preciso cardápio. Vamos todos comer bitoque, sem ovo. Cada bitoque dá para 3 pessoas, não é?
-E para acompanhar é àgua da torneira – acrecentou o Comendador.

O Duque e as energias renováveis

-O Senhor tem ligação privativa aos cabos de alta tensão?
-De momento não, mas creio que posso arranjar. Existe algum poste aqui em S.Bento?

O Duque de Alvalade estava impante de orgulho. Ia ser um dos primeiros portugueses a entrar na micro-geração, isto é, ia tornar-se um pequeno produtor de energia eléctrica e por isso estava já a tratar dos detalhes com a EDP. Contava reduzir substancialmente a sua conta mensal da luz através deste processo.
-Está a falar de S. Bento da Porta Aberta, no Parque Nacional Peneda-Gerês?
-Não, de S. Bento, Calçada da Estrela. Onde mora o Sócrates!– esclareceu satisfeito.
-Muito bem, iremos averiguar. E qual a fonte de energia que vai usar?
-Motriz. Mais concretamente motricidade humana. É uma energia renovável.
-O Senhor pode detalhar o processo, por favor?
-Concerteza. Eu tenho uma bicicleta daquelas que não andam mas onde se fazem montes de kilómetros. Sabe como são? Daquelas que servem para modernizar a barriga. Estou a pensar ligar-lhe um dínamo para produzir electricidade.
-Muito bem, será portanto electricidade produzida por indução electromagnética.
-É capaz... foi realmente a minha mulher que me induziu a comprar a bicicleta!

domingo, 24 de agosto de 2008

A saga do aniversário da Comendatriz - I

-Toni, querido, agradeço que mantenha sigilo sobre a data do meu aniversário para ver se desta vez os pindéricos dos Azeiteiros não passam o dia a telefonar-me e mandar-me SMS pirosos.

O vento soprava quente em Azeitão naquele final de tarde de Agosto e o sol queimava os últimos borbotos de relva que ainda ponteavam o outrora verde jardim da Quinta da Comenda.

Nos andaimes que cresciam de frente para a ala leste da Quinta ouvia-se Kizomba, gritos em crioulo e minis vazias a cair num caixote.

O Comendor sentia-se indisposto mas apressou-se a responder com um sorriso nos lábios:

-Certamente, meu docinho!

-E já agora escolha um restaurante com alguma categoria porque assim sempre pode dar a desculpa que não os convidamos porque o menu está acima das posses deles.

-Boa ideia, minha flor! Vamos talvez ao Al-Ifante que é muito do seu gosto!

E foram mesmo!

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Rituais do Visconde

O Visconde da Ponta Delgada é um verdadeiro sportsman, como convém a um fidalgo. Amante da vela, aproveita sempre o Verão para circunavegar os seus domínios numa frágil embarcação, como forma de provar que não perdeu dotes com a idade.
Em terra, a Viscondessa chora baba e ranho pelo marido embarcadiço e entoa fados lamechas de terceira categoria.
Enquanto isso, o Visconde vai saltando de ilha em ilha. E em cada uma delas cumpre sempre este curioso ritual à chegada ao porto.
-É a parte que menos me preocupa - diz a Viscondessa - ele subir, sobe. Mas não se aguenta por lá muito tempo!

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Duque moderniza-se ainda mais

A imagem dispensa qualquer comentário mas para quem for de compreensão lenta informa-se que este instantâneo retrata o Duque de Alvalade transbordante de felicidade, no momento em que iniciava um tratamento anti-estrias do couro cabeludo.

-Era um sonho de há muitos anos que finalmente estou a realizar! - confidenciou a alguns amigos presentes.

O próximo passo já está definido: Em Setembro, o Duque irá sujeitar-se a uma enoterapia num conhecido Spa do Cartaxo por forma a reduzir a celulite no céu da boca.
Cá estaremos para dar a notícia.

Marqueses regressam ao Continente

-Pode levantar o alerte, us Marqueses já se ferã embore, senhor!

-Aleluie! Está mesme conf'rmade?

-Esta sim, senhor. Ferã vistes nas Lages a embarcar nüm voo de madrugade, senhor.

-Madrugade? Mas entã feram pra Guantaname?

-Ah!Ah!Ah! Nada disse, senhor. Pró Contenente!

-Logo vi. Són türistes de pé descalce.

domingo, 17 de agosto de 2008

Maioral reincide no velho vício...

Apesar de ter jurado não voltar às lides taurinas, o Maioral furou a promessa.

Desta vez Marto não participou numa corrida no sentido convencional da palavra, preferindo antes ir a uma largada de touros na praia. Desta forma conseguiu conjugar o vício taurino com a prática balnear.

Aqui o vemos, entre outros valorosos mancebos, afrontando com coragem a fera.

Para aqueles que não conseguem identificar as pernas podem tentar descobrir onde está o Maioral nesta fotografia. Cada resposta certa dá direito a um lanche de scones com os Comendadores na Quinta da Comenda.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Foto do mês - mais uma ajuda

Então? Agora já é mais fácil!

Ou talvez não tanto?

Quem acertar ganha um prémio muito especial:

Um fim de semana "All inclusive" na Quinta da Comenda de Azeitão para 2 pessoas. Aliciante, não?

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Donatário volta a falhar na pesca

O Capitão-Donatário está outra vez desanimado. Perdeu mais uma oportunidade de ouro para apanhar sem grande esforço um peixe de dimensões aceitáveis para ofertar a sua Moura.
Na verdade, as àguas insulares escondem grande quantidade de animais marinhos que são maioritáriamente comestíveis e alguns deles estão mesmo ali, à mão de semear.
O Donatário ainda tentou localizar um peixe próximo da costa mas acabou por se deslocar para zonas mais planas:
-Por minha fé vos afirmo que vasculhei estas àguas com meu olhar de milhafre e não tive vista de qualquer ser marinho de monta que justificasse pôr minha vida em tão grande risco nestas escarpas e ribanceiras.
A pesca submarina seria um opção fácil e simples mas que não serve ao Donatário devido ao risco de enferrujar a armadura (segundo ele afirmou).
Apesar disso, o bravo Capitão ainda espreitou para o fundo do mar através de uma máscara de mergulho mas sentiu-se um pouco incomodado com o aspecto ameçador de algumas taínhas e com a profundiade do abismo oceânico.

O Marquês lança B2C

-Estã as ilhas do grüpo Central todes evacüadas mas ü Marquês fegiü, senhor.
-Tem a certeza? Mas isse é boa nüticia!
-Tenho sim, senhor. Está tüde conf'rmado. Ü üneco problema é que ele levou a camioneta para o Cont'nente nüm contentor.
O Assessor do Presidente tinha razão. Parece que agora o Marquês optou por establecer-se por conta própria como vendedor ambulante de atoalhados - ou como ele costuma dizer: fez o start-up da primeira B2C itinerante do ramo têxtil-lar.
Segundo foi apossível apurar, no primeiro dia a coisa até correu bastante bem: os Marqueses foram à Feira do Relógio e venderam mais de 800€ em toalhas, cobertores de carpélio e colchas em renda de bilros.
O segredo do sucesso reside no facto de, além dos preços atractivos, os Marqueses oferecerem também a possibilidade da compra a prestações.
Para a semana vão começar a fazer as cobranças, vamos ver como é que corre.

domingo, 10 de agosto de 2008

Plano de modernização do Duque avança...

-Olhe, eu queria era pedir-lhe a máxima discrição. Sabe, é que viajo com um grupo de retrógrados que costumam ser muito críticos em relação a certas coisas...

O funcionário do Centro de Estética do Hotel olhou de soslaio para o Duque de Alvalade.

-Então nesse caso prefere que a máscara anti-rugas de lamas vulcânicas lhe seja aplicada no seu quarto, senhor?

-Exactamente! É isso mesmo. Dessa forma evito ouvir mais algumas piadas de mau gosto sobre a minha masculinidade.

-Mas anda hesitante sobre a sua orientação, senhor? - replicou o funcionário em tom doce e compreensivo.

-Nem pensar! - respondeu o Duque com convicção - Continuo a ser do Sporting!

sábado, 9 de agosto de 2008

Marquês foi localizado!

-Está lücalizade, senhor!

-Mostre lá a fetügrafia...

Não havia dúvidas, era ele, o Marquês do Rego e estava ao volante de um autocarro de grandes dimensões.

-Jesüs Criste! Nã há tempe a perder. Activem de imediate ü plane de evacuaçã de todes as ilhes du grüpe central!

As escolhas da Duquesa

-Cada coisa no seu lugar - dizia a Duquesa de Alvalade com determinação.

-Por exemplo no caso do serviço doméstico prefiro um empregado do sexo masculino, de preferência do tipo metro ou urbo- continuou ela - tem a vantagem de reparar tomadas, saber conduzir e até atestar o depósito. E pode mesmo servir de acompanhante da patroa numa "vernissage" ou "cocktail".

-No entanto, se tivesse de ir para uma ilha deserta, levava o meu marido - acrescentou com um sorriso cândido.

Do outro lado da mesa, o Duque sorria embevecido.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Especialista em buscas mal sucedidas


Depois do insucesso na busca de um título, Cê éFe Bi encontra-se nas ilhas atlânticas onde tem sofrido revezes sucessivos na busca de objectos escondidos.

Munido de avançada tecnologia e de um engenho natural tão grande quanto o último objecto que buscou, tem assistido impotente a que qualquer principiante, ancião ou criança de tenra idade tenha mais sucesso que ele próprio.
Ainda assim anda ufano pois acredita que tanta falta de jeito é um talento natural raro.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Alerta rodoviário nos Açores

O Assessor de segurança entrou tímidamente no gabinete do Presidente.

-Entã, lücalizou ü Marquês dü Regue?

A chegada do Marquês a terras açorianas tinha colocado em alerta máximo a segurança da Região. Foi activado um plano de emergência que fora elaborado imediatamente após a sua última passagem pelo arquipélago- durante a qual destruíra parte importante do parque automóvel da ilha, tendo culminado com a famosa queda de um Peugeot novinho no vulcão dos Capelinhos.

-Fei lecalizade ó volante em S.M'guel, senhor, mas depois desapareceu...

-E que prejüizes cósou per lá?

-Só pneus quêmades numa sübide munte inclenada, senhor. A viatüra nã chegô a caïr ó mar, pensa-se que seja m´lagre dü Sante Criste.

Mas algures noutra ilha o Marquês, com um sorriso lupino ponha em marcha a viatura.
Tinha razões para estar contente pois realizava um dos sonhos da sua vida: Ia finalmente guiar um autocarro!

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Marquesa ganha o Prémio Bobel da Química

Inchada como um perú, a Marquesa do Rego encaminhou-se para a púlpito.

Debaixo do braço levava o cobiçado Prémio Bobel da Química, o mais alto galardão concedido pela Universidade da Ribeira Grande.

Com voz electrizada, a Marquesa explicou então como identificou, pela primeira vez na história da Química, o Sulfato de Enxofre.

"Foi enquanto me banhava nas àguas da Caldeira que concluí de forma inquestionável que a temperatuara da àgua, o cheiro a ovo podre e a cor de vómito que apresentava apenas podiam indicar a presença em grande quantidade deste novo composto".

Sentado na última fila, o Marquês comentava com os presentes que a consorte já andava a trabalhar numa nova descoberta: O Nitrato de Azoto.