terça-feira, 30 de setembro de 2008

O Comendador e a crise financeira

Raramente participo neste espaço, onde já fui ofendido e vilipendiado por dizer verdades inconvenientes. Porém hoje acho importantante voltar a fazê-lo pois a situação é dramática.
A crise nos mercados financeiros tem estado a devastar profundamente a economia Azeiteira e neste momento já diversos comerciantes tiveram de fechar portas devido à quantidade de calotes em que se meteram por terem vendido a fiado a clientes que hoje estão completamente tesos.
Ao contrário do que possa pensar estes últimos não ficaram em tal estado devido ao consumo de Viagra falsificado adquirido na Internet. Foram sim, vítimas de outros caloteiros que também não lhes pagam ou que lhes pagaram com cheques de terceiros, endossados 3 e 4 vezes e totalmente carecas (isto apesar de alguns dos cheques estarem visados pelo Bardalhoca Bank - que como sabem acaba de falir e ser comprado por tuta e meia pelo Pity Bank).
Por exemplo, na tasca do Jimbrina - que o Comendador frequenta às escondidas da esposa - já não há café porque o fornecedor fechou portas a semana passada, e acabou-se o bagaço devido a ter sido descoberto pelos clientes que a dita bebida também serve para atestar os depósitos das motorizadas e sai muito mais barato que a mistura de 2 Tempos que costumavam comprar à Galp.
A D.Creolina que abastecia de ovos frescos e caseiros a casa dos Comendadores e muitas outras residências fidalgas da terra, deixou de ter ovos para vender pois teve de empenhar as galinhas para poder pagar a conta do cartão Gold do Pity Bank que lhe fora atribuído em Janeiro passado quando de uma visita a um centro Comercial em Lisboa.
E enquanto isto, o Comendador, líder das hostes Azeiteiras, continua calmamente a banhos no Mar Tirreno, ou Egeu, ou lá o que é.
Isto é inaceitável!

domingo, 28 de setembro de 2008

Rescaldo do dérbi - 3

-Então Gonçalvinho gostaste de vir ao futebol com o papá?
-Bué da fixe. O Chicha-pão era o máximo!
-Pois e o Benfica espetou com dois secos nos gajos, heheheh!
O Marquês do Rego ria com satisfação à saída do Camarote VIP/Super-Privado e Reservado. Só era pena ter de se ir já embora porque a festa ainda não estava acabada nem nada que se parecesse...
-Grande golo do Reyes, não achas? - perguntava ao petiz.
-Pois, e só na segunda parte bebi 4 Coca-Colas. Temos de cá voltar!
De alguma forma, o Marquês desanimava-se com o facto de o junior ter olhado pouco para o relvado e ter passado o jogo de volta do buffet e das funcionárias do catering a quem pedia repetidamente as ditas bebidas.
-E o Aimar afinal foi uma boa contratação. Vale bem o que custou! - Insistiu ainda o Marquês para tentar estimular a conversa futebolística.
-Pois, se calhar até é o melhor guarda-redes do mundo - afiançava o junior. E acrescentou:
-Mas boas, boas... eram as gajas das Coca-Colas.

Rescaldo do dérbi - 2

-Tenha calma Titinho que a mãe já 'tá deitada a fumar o seu cigarrinho, por isso não se vai agora levantar para ir buscar o menino e o seu pai ao Colombo.
-Mas o pai não pode guiar. Já fomos ao carro 3 vezes e ele não consegue acertar nos pedais. E de uma das vezes até se sentou no banco de trás!
A Viscondessa da Ponta Delgada começou a ficar irritada. Sugeriu de seguida que apanhassem um táxi mas o filho garantia que o Visconde já gastara o dinheiro todo em Super Bock e Sumóis de laranja para o junior.
Além disso, o pai afirmava que só saía da Portugália quando acabassem de transmitir a repetição do jogo porque "no estádio nunca se vêm bem os foras-de-jogo".
Estavam nesta conversa quando o Visconde começou a rir desalmadamente. O junior ainda pensou que se tratava da 15ª repetição do golo do Sidnei mas o Visconde nem estava a olhar para a televisão: De braço levando apontava para dois indivíduos que dirigiam apessadamente para o lado dos sanitários:
-Olha, olha! É o Duque a mais o primogénito. E já andam de vermelho!

Rescaldo do dérbi - 1

Com andar pesado e um cachecol vermelho arrastando pelo chão, pai e filho avançavam em silêncio pelo passadiço exterior do Estádio da Luz.
Era quase meia-noite e apenas as brigadas de limpeza circulavam pelo recinto do Glorioso, recolhendo os detritos deixados pela multidão que assistira a mais um Benfica-Sporting.
Um dos operadores de contentores julgou mesmo ver lágrimas no rosto pintado de encarnado e branco dos dois adeptos retardatários. O funcionário não se conteve e comentou com cumplicidade ao chefe de família:
-Atão ó patrão, emocionou-se c'a vitória do Glorioso? Pimba-pimba, dois secos! Você deve ter apanhado cá uma narça... Escusava era de ter metido também o puto nos copos! O chavalo vai de rastos. Parece o Paulo Bento!!!
Mas os dois adeptos prosseguiram em silêncio.
-Não respondas. estamos quase a chegar ao Colombo - Dizia o Duque de Alvade para o junior.
-Quando lá chegarmos podemos tirar os disfarces? - pedia o petiz.
-Sim. E se alguém nos conhecer, dizemos que fomos ao cinema ver o Mama mia!
-Pois, futebol é que não. Está uma podridão! - afirmou o jovem Pitinha.
-Podridão completa! - Corrigia o pai.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Chichi ... cama!

... parece que é o que anda a acontecer ao Comendador lá na ilha do Mediterrâneo para onde onde foi mais a consorte.

Aos amigos que o contactam, costuma dar a desculpa esfarrapada de que está em estágio para un peddy-paper a realizar quando do seu regresso a Lisboa e que por isso tem de descansar.

Contudo, fontes bem informadas garatiram-nos que, ao invés, a Comendatriz anda numa roda-viva nocturna por tudo quanto é night da bonita ilha onde se encontram.

-O Tony torceu um tornozelo e por isso não pode dançar. Ele também não é muito dado a essas coisas mas eu é que não vou perder a oportunidade de abanar o capacete e beber umas tequila sunrise, ainda por cima no meio de todo este jet-set!

Poucos acreditarão na insólita afirmação mas quem ouviu garante que é verdade. Mais! Parece que de seguida, a Comendatriz terá acrescentado com ar libidinoso:

-Além de mais... há por cá tantos rapazes jeitosos!

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Foto 3 - Em terras do Visconde

Trata-se de um bonito instatâneo captado numa gasolineira em terras do Visconde da Ponta Delgada.

Foi obtido quando o Marquês do Rego andava à procura de mais uma cache numa das zonas mais remotas da bonita ilha e teve de abastecer o depósito do seu bólide.

Desconhece-se se o Marquês apitou.

Foto 2 - As Férias dos Comendadores

Os Comendadores foram finalmente de férias!

Ficamos contentes por saber que vão agora poder descansar, ao fim de um ano de trabalho àrduo e dedicado.

Por exemplo, nas tardes quentes do Mediterrâneo, o nosso líder e respectiva consorte vão poder dedicar-se a uma actividade que muito valorizam: a sesta!
É desta práctica repousante que dispomos já de uma foto de alta qualidade que colocamos à vossa apreciação.

Foto 1 - O Duque e a arte fotográfica

Desde que dispõe de um novo equipamento fotográfico - com teleobjectiva de grandes dimensões - o Duque de Alvalade tornou-se um verdadeiro apaixonado desta arte já centenária.

Aqui o vemos em acção, fotografando uma parada militar na Europa de Leste. Este tipo de desfiles sempre fascinaram o Duque que brevemente até vai passar um fim de semana à Escócia para realizar uma reportagem semelhante numa parada das tropas pára-quedistas escocesas.

A Duquesa já se colou à inicitiva e afiançou (com o habitual brilho no olhar) que quem faz a reportagem é ela porque até tem melhor sensibilidade para os padrões axadrezados que ornamentam os kilts.

E além disso - como ela disse de imediato - parece que debaixo dos ditos kilts, os ditos escoceses usam os ditos ao léu e a Duquesa suspeita que se o Duque fosse confrontado com a visão dos ditos poderia sentir-se menorizado e ficar deprimido a valer.

Palhaçadas ganham "à rasquinha"

É verdade! Foi por uma unha negra que o Marquês ganhou o concurso da foto do mês.
Agora, este bonito exemplar vai fazer parte do conjunto de fotos apuradas para o certame "A foto do ano" que decorrerá por ocasião do aniversário deste espaço. O vencedor receberá um prémio valioso que por ora não iremos divulgar.
E como de costume, iniciamos de imediato a apresentação de nova "Foto do mês"; Será a segunda em Setembro mas penso que todos gostarão!

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

As metamorfoses do Duque

- Eu nunca disse que o futebol estava podre! – assegurava o Duque de Alvalade à saida do centro de estética – disse foi que tinha tinha bolor!

- A sério? – questionava-se o Marquês do Rego de GPS na mão – Bom, se tu o dizes... mas a verdade é que não faz grande diferença: podridão ou bolor vai dar tudo ao mesmo!

-Nada disso! O bolor é algo com nobreza e grandiosidade, vê o caso do queijo Roquefort que é um clássico bolorento ou mesmo da penicilina que não passa também de um bolor.

-Pois, isso realmente é verdade – concordou distridamente enquanto deitava mais uma vez o rabo do ollho ao GPS.

-E agora que o Scolari se foi embora, o futebol português nem sequer está bolorento – continuou o Duque enquanto ajeitava o cachecol verde-rubro sobre uma camisa toda modernaça – mas falamos disso noutra altura que agora tenho de ir senão perco o início do jogo.

E partiu com um andar gracioso, deixando o amigo a matutar. O Marquês queria continuar a procurar aquela cache mas estava tão perplexo que não se movia. Então o Duque reconciliara-se com o futebol? Como era possível?

-Só pode ser mais uma modernice... qualquer dia ainda o apanhamos a fumar!

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

O Regresso dos Viscondes

À saída da aerogare da Portela, os Vicondes da Ponta Delgada estavam apreensivos. Do lado de fora da porta contavam econtrar uma turba de jornalistas com perguntas difíceis acerca de mais uma detenção da Viscondessa - desta feita pelo FBI - da sua passagem por Guantanamo e posterior extradição para território nacional a pedido das autoridades de Azeitão.

Por certo já ninguém se lembraria do reverso da medalha e a imprensa muito menos. De facto, antes de os special agents lhe cairem em cima com 5 pares de algemas, a Viscondessa estivera mesmo à beira de conquistar o lugar de candidata republicana à Vice-Presidência da América. Essa é que é essa!
Só foi pena ter-se lembrado de fumar dentro do Pavilhão do Congressos, o que a tornou de imediato numa perigosa deliquente à luz da legislação local.

Abertas as portas do aeroporto, a surpresa foi imensa. No átrio apenas um jornalista esperava os Ponta Delgada: tratava-se de um assalariado do Marquês do Rego que fora ameaçado com despedimento se não fosse ao aeroporto entrevistar os amigos.

-Não veio mais imprensa? – perguntava o Visconde.

-Não, estão todos am Algés a cobrir mais um assalto violento - respondeu o solitário repórter.

-Coisa grave? Com armas de fogo?

-Sim, fizeram reféns e ameaçam-nos com isqueiros. Exigem sair da frutaria com meio quilo de nêsperas e um repolho, e sem pagar nada.

-Isto está cada vez pior... é uma autêntica onda de criminalidade!

Viscondes brilharam na Convenção Republicana

Apesar de a imprensa portuguesa ter ignorado, os Viscondes da Ponta Delgada estiveram na América, onde foram participar na Convenção Republicana.
Segundo explicou em tempos o Visconde, a opção pelo Partido Republicano deve-se ao facto de ninguém na família gostar muito de Monarquias, apesar de não renegarem o seu título aristocrático porque fica muito bem nos cartões de visita.
Quem deu nas vistas na Convenção foi a Viscondessa que, embora poucos saibam, esteve até ao fim na corrida pelo candidatura a Vice-Presidente.
Era sabido que McCain precisava de alguém mais jovem e do sexo feminino para o acompanhar na corrida à Casa Branca e por isso iniciou uma busca desesperada entre as senhoras com menos de 70 anos presentes na Convenção.
Assim, sem perceber muito bem o que se passava devido às suas dificuldades com o sotaque dos “States”, a Viscondessa foi rapidamente arrebanhada pela organização.
De facto, a combinação do seu aspecto anglo-saxónico e falar latino foi considerado um forte trunfo junto do eleitorado e por isso passou de imediato as primeiras eliminatórias, o que lhe deu uma grande alegria pois estava mesmo convencida que se tratava de um concurso de elegância.
-Ainda bem que trouxe a malinha Dolce & Bacana, heheheheh! – pensava ela com os seus botões – Tá no papo, suas cámones pindéricas!
A Viscondessa foi superando todos os testes, incluindo o discurso com tele-ponto em língua espanhola e chegou mesmo ao confronto final com uma moça do Alaska já entradota mas bem recauchutada. Esperava-se una final renhida.
Nessa altura a Viscondessa acendeu o seu cigarrito para relaxar...

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Na sala de reuniões do 16º andar, os Administradores sentiam-se desconfortáveis mas aguentavam firme. O ar condicionado já estava no máximo e as janelas não se podiam abrir por isso não havia nada a fazer para renovar mais rapidamente o ar.
Junto ao ecrã, o Duque de Alvalade explicava os detalhes do orçamento e do plano operacional para o ano de 2009 e estranhava a ausência de questões por parte da audiência.
Terminada a apresentação, a aprovação do orçamento foi imediata e Duque saiu da sala em 3 tempos. Ao passar pelas 3 Secretárias da Administração, comentou com os seus botões:
-Tanta facilidade... Isto cheira-me a esturro!
Respondeu-lhe a D.Etelvina, a mais antiga do trio e normalmente a porta-voz:
-Pois a nós cheira-nos a esterco com morangos.
-E hortelã – acrecentou Cátia Vanessa, a mais nova das três.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Duque explica-se melhor...

-Eu não preciso da fatiota nem do capacete que aliás devem custar um dinheirão. E também dispenso o professor.

-Meu caro senhor, receio que tal não seja possível. São regras muito claras que têm a ver com segurança e com tradição e que são seguidas pelos cavaleiros de todo o mundo! – assegurava o funcionário do hipódromo, esforçando-se para não dar a perceber as náuseas que sentia devido ao perfume de rosas e hortelã.

-Mas eu não quero ser cavaleiro!
-Homessa! Então se me acabou de dizer que se queria increver na equitação?!?!
-Quero increver-me mas não é na equitação, eu só quero ter acesso ao estábulos. É para me espojar e absorver o aroma dos equídeos!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

A solução dos problemas do Duque

A brisa suave daquela manhã ensolarada de Setembro espalhava o perfume de rosas e hortelã pelo espaço envolvente ao Duque de Alvalade. Com passo apressado, abandonou o parque de estacionamento junto à Faculdade de Ciências, pensado se teria tempo de resolver tudo e chegar ao emprego ainda a horas da reunião das 2ª-feiras de manhã.

O Duque estava bastante agastado desde que na noite anterior, ao chegar a casa, vira a sua cara-metade colocar de imediato uma mola nariz e fazer comentários depreciativos a respeito dos odores emanados pelo marido. E de nada lhe serviu argumentar que o cheiro era do Pacote que ela própria lhe oferecera; e este facto deixava-o especialmente irritado.

Por isso, ao entrar na recepção do Hipódromo do Campo Grande naquela manhã de 2ª-feira, o humor do Duque começou de imediato a melhorar, antevendo já a resolução do seu problema.

Com um sorriso do tamanho do mundo disse em tom determinado:

-Bom dia. Venho inscrever-me!

Agua de rosas e hortelã

Inicialmente o Duque de Alvalade ficara céptico com mais um presente oferecido pela esposa.

Tratava-se do novíssimo “Pacote de Ultra Modernização - Fase 4 (Urbo-Metro-Pós-Retro)” e pelas contas do Duque devia ter custado uma pipa de massa, a adivinhar pelo aspecto geral das instalações onde o programa decorria e pelo ar do Consultor Pessoal de Imagem que o iria acompanhar durante todo o fim de semana.

Contudo, com o desenrolar das actividades, o Duque foi tomando o gosto pela coisa e começou a sentir-se em casa. É certo que rejeitou uma depilação “à Maioral” e em vez disso optou por fazer umas madeixas nos cabelos do peito para disfarçar algum embranquecimento dos mesmos. Mas de resto fez o programa completo e no Domingo à noite estava já na fase de “acabamentos”.

-Vamos agora terminar, procedendo à aplicação da àgua de rosas e hortelã, parece-lhe bem?
-Isso é à borla? - perguntou de imediato o Duque.
-Já está no pacote, sim.
-Então se já está no pacote, meta lá...

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

A saga do aniversário da Comendatriz - IV

O cortejo automóvel nocturno até Azeitão foi realmente impressionante.
O Nosso Comendador liderava o pelotão, aos comandos do seu belo popó de matrícula personalizada tão gosto do proprietário.
Fazia pensar naquele desfile pós-nupcial motorizado que os Comendadores nunca quiseram fazer - nem o desfile nem o casamento propriamente dito...

Aliás, o Marquês do Rego assegurava a quem o queria ouvir que a boda continuava a estar em falta! Esta conversa, por ser recorrente, começa já a enfadar o Nosso Líder que anda há algum tempo a pensar em retaliações severas.

Ao final da noite, talvez toldado pela bebida, o Marquês confidenciou a alguns que achava que o Comendador não tinha coragem para quaisquer sanções, por ser “pouco firme” ... ou algo do género.

A meu ver, tratam-se de afirmações irreflectidas, proferiadas a quente e que certamente não reflectem o verdadeiro e profundo “sentir” do Marquês - que é iquestionavelmente o maior seguidor do Nosso Líder e Timoneiro.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Os Marqueses e as Geocaches

Até há pouco tempo os Maqueses do Rego eram leigos na matéria. Hoje são fanáticos desta espécie de caça ao tesouro guiada por GPS.

O Marquês acha-se bastante dotado para a coisa pois já em criança demonstrava inequívoca habilidade para encontrar potes de mel, latas de bolachas e até frascos de compota guardados em recônditos armários - onde os progenitores os julgavam ter ao abrigo da gulodice do então pequenote.

À laia de parêntesis recorda-se que - ao contrário do que muitos pensam - naquela época o Marquês não era conhecido como Reguinho pois ainda não havia ganho o seu título.

Voltando às Geocaches convém referir que todos os fins-de-semana o Marquês reclama a descoberta de cerca de 5 ou 6 destes tesouros escondidos. O que poucos sabem é o que está por de trás deste inusitado sucesso... voltaremos ao assunto!