-Eu não preciso da fatiota nem do capacete que aliás devem custar um dinheirão. E também dispenso o professor. -Meu caro senhor, receio que tal não seja possível. São regras muito claras que têm a ver com segurança e com tradição e que são seguidas pelos cavaleiros de todo o mundo! – assegurava o funcionário do hipódromo, esforçando-se para não dar a perceber as náuseas que sentia devido ao perfume de rosas e hortelã.
-Mas eu não quero ser cavaleiro!
-Homessa! Então se me acabou de dizer que se queria increver na equitação?!?!
-Quero increver-me mas não é na equitação, eu só quero ter acesso ao estábulos. É para me espojar e absorver o aroma dos equídeos!
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