O Duque de Alvalade está de volta à capital.
Depois da tentativa gorada de se juntar ao Bétis – que falhou devido a evidentes dificuldades de comunicação com os Andaluzes – o Duque convenceu-se que está mesmo condenado ao Sportinguismo para o resto da vida. Custa-lhe um bocado pois continua convencido da podridão do futebol em Portugal.
Este regresso saiu-lhe caro pois teve de mover todas as influências deste mundo prara convencer a imprensa para abrandar a publicação de fotos suas de àguia em punho.
Depois da tentativa gorada de se juntar ao Bétis – que falhou devido a evidentes dificuldades de comunicação com os Andaluzes – o Duque convenceu-se que está mesmo condenado ao Sportinguismo para o resto da vida. Custa-lhe um bocado pois continua convencido da podridão do futebol em Portugal.
Este regresso saiu-lhe caro pois teve de mover todas as influências deste mundo prara convencer a imprensa para abrandar a publicação de fotos suas de àguia em punho.
Mesmo assim o assunto não está encerrado, por isso engendrou um plano para reabilitar a sua imagem junto dos media e da opinião pública. Para a coisa ser eficiente precisa de ter grande impacto e nada melhor que uma imagem forte para anular outra imagem forte. Assim, o Duque planeia ser retratado junto a um leão de verdade e isso significa ir ao local mais próximo onde estes felinos abundam, isto é o Jardim Zoológico. 

A ideia é aproveitar o facto de o teleférico do Zoo passar por cima do espaço onde se exibem os leões para fazer uma entrada em grande com a comunicação social a assistir: o Duque desceria do teleférico em slide indo aterrar no centro da mini-savana que serve de jaula aos reis da selva.
É uma manobra arriscada e que exige preparação cuidadosa, por isso o Duque já entrou em fase de treinos. Esta noite aproveitou a escuridão e enquanto leões e tratadores dormiam, fez um ensaio nocturno da descida na mais absoluta clandestinidade.
Infelizmente os leões têm o sono leve e vêm bem no escuro por isso o Duque levou duas dentadas nas nádegas e de De nada lhe serviu gritar “Eu também sou leão!” porque os felinos, apesar de terem todos nascido no Zoo, são todos de origem Tanzaniana e por isso apenas compreendem a lingua suailí.
É uma manobra arriscada e que exige preparação cuidadosa, por isso o Duque já entrou em fase de treinos. Esta noite aproveitou a escuridão e enquanto leões e tratadores dormiam, fez um ensaio nocturno da descida na mais absoluta clandestinidade.
Infelizmente os leões têm o sono leve e vêm bem no escuro por isso o Duque levou duas dentadas nas nádegas e de De nada lhe serviu gritar “Eu também sou leão!” porque os felinos, apesar de terem todos nascido no Zoo, são todos de origem Tanzaniana e por isso apenas compreendem a lingua suailí.
Para salvar o resto do corpo, o Duque teve de sair da jaula apressadamente, subindo pelo cabo de slide com uma destreza que ele nem suspeitava ter.
Foi resgatado hoje de manhã por uma equipa da protecção civil, após ter passado a noite no teleférico a tiritar de frio e pavor dos leõs que o olhavam fixamente 10 metros mais a baixo.
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