terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Taxistas...

O taxista pegou no telemovel, fez umas contas e disse que tinha a pagar 31. De seguida falou para a central para confirmar que podia aceitar o cartão de crédito com o número tal e tal.
Demorou mas aceitou - o que já foi bom - contudo explicou-me depois que afinal tinha de pagar 44 porque da central lhe disseram que era esse o valor a cobrar.
Fiz uma cara desconfiada mas aceitei porque este tipo de táxis não tem taxímetro, logo não tinha bases para contrariar ou protestar.
Pedi o recibo. Era um bonito cartão de visita a cores que na parte de trás tinha uns espacinhos para escrever o valor, data e local de início e fim da corrida.
Não, não era numerado, nem pensar! Aliás já estou estou habituado, porque por cá costuma ser assim, o que demonstra que ou são todos muito honestinhos com a contabilidade - o que me parece difícil, dada a natureza humana - ou então deve haver um certo farrobadó fiscal. Pelo menos no que respeita a táxis.
Como depreendem não aconteceu em terras Lusas porque os nossos taxistas podem ter muitos defeitos, e têm mesmo, mas usam taxímetro e passam recibos em impresso próprio e numerado.
Certamente imaginam que foi no Chade, Marrocos, India ou pelo menos algures na Europa Latina. Mas não... foi mesmo em terras de Sua Majestade Britânica.
Yes, indeed!

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