A destruição não se vê à vista desarmada mas foi bem real e afectou grande parte da frota automóvel do arquipélago. As viaturas seguiam-se num corropio, enviadas pela rent-a-car que não acreditava que o mesmo cliente pudesse num dia partir a caixa de velocidades, no seguinte enfiar o carro num vulcão e no terceiro fazer já não sei o quê...
O fenómeno ainda hoje é recordado com pesar nestas ilhas da Polinésia Portuguesa, a par das muitas catátrofes naturais a que os autóctones se foram habituando.
E na gíria local passou mesmo a usar-se a expressão "ir p'ró Rego" em vez do habitual "ir p'ró Maneta".
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